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Sob a Lua, parte II Julho 28, 2009

Posted by kuada in Filosofando.
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 Manter o meu ritmo! Será que consigo? Fico pensando no que vai acontecer agora… Nas pessoas que me acompanham nessa jornada, nos amigos que fiz, nos amores que deixei, nos irmãos que me estendem as mãos… E então, novamente, me pergunto: Para onde irei?

 Olhar para o futuro. Sentir esse fogo querendo escapar de meu peito. Viver despreocupadamente. Cantar para o Sol. Chorar com a Lua. Olhar e deixar crescer. No fundo, todos só queremos uma coisa: Brilhar!!!

 Dê-me uma caneta, e te escreverei um poema. Dê-me uma câmera, e te mostro meu olhar. Dê-me um sorriso, e eu vou querer te beijar…

De volta ao luar… Julho 27, 2009

Posted by kuada in Filosofando.
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 Já faz tanto tempo que não passo aqui, que até me esqueço que a lua ainda nos observa…

 Olá a todos!! Sim, estou sumido, eu sei… Mas o fato é que não tenho tido muito tempo, nem oportunidade e tampouco paciência para refletir. Pois é… A gente nunca vê essas coisas até realmente precisar.

 Os dias têm caminhado de um modo estranho. Gentilmente estranho. Estou namorando, e isso tem tomado ainda mais meu tempo. De um modo feliz, é claro! Tenho um TCC para fazer, mas quem disse que consigo? Sinto tanto desânimo… Ainda assim, isso não chega perto dessa sensação que se apossou de mim… Novamente, por sinal.

 Ah… O incontentamento. Humanos são um povinho meio mala né… Temos tudo o que queriamos e, ainda assim, parece que sempre falta mais. Não sei bem o que querer para mim, essa que é a verdade. Tenho alguns planos na cabeça, mas fico imaginando… O que será que é melhor, ou melhor, o que será que realmente trará uma satisfação, ou, ao menos, alguma lembraça saudável para mim? Eita, eita… Não sei mais o que buscar, e tampouco, onde buscar… Se bem que… Sempre dizem que você acha o que busca no lugar menos inesperado possível. Agora, ONDE é o lugar menos inesperado possível? Ihh… dancei viu…

 Bom… Mas aqui estou eu, de novo, debaixo desse luar… A pensar, a sonhar, a esperar, a desejar…

O Chamado do Passado! Fevereiro 16, 2009

Posted by kuada in Filosofando, Relatos.
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 Quando o ano começou eu disse que ia ser diferente. Que eu ia transformar as coisas ruins em coisas boas, as boas em ótimas e as ótimas em inesquecíveis. Eu só não esperava que isso também fosse se aplicar a coisas que já passaram. E que eu pensava que não voltavam mais.

 O meu passado me chama. Só não sei porque. Será que devo resolver alguma pendência? Será que tenho que rever algo que eu fiz? Será que estão me dando mais uma chance para realizar algo que não pude? Ou será que o meu passado resolveu voltar para ficar? Ou então, será essa a sua última visita? Não entendo ainda o que acontece, ou por que acontece, mas não saber não vai mudar qualquer coisa! Esse ano, meu passado me visita, e eu só espero que ele traga boas lembraças!!!

 Saudade; desespero; nostalgia; alegria. São algumas das coisas que estão passando pelo meu coração. A vida é algo realmente maravilhosa!!!! Passado, caso você volte, pode ficar à vontade! Será recebido de braços abertos e com um sorriso!!!

One step closer… Janeiro 8, 2009

Posted by kuada in Filosofando.
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 One step closer…

 To the end of a dream… Maybe that’s how it’s supposed to be, but it’s still tough…

 To the a new era… Don’t know what’s waiting for me… Well, guess I really don’t want to know…

 To break… Just one more piece of my heart… No problem at all, I still got a full heart to use!

 To be the one I wanna be! Although I still have a long way to go… I’ll keep moving! No matter what!!!

 One step closer… And I’ll reach the sky!!!

Não sei por quê… Dezembro 28, 2008

Posted by kuada in Filosofando.
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 Queria poder parar de reclamar. Queria poder me satisfazer. Queria poder ver a felicidade que está na minha frente… Quero… e… será que posso? Felicidade, venha por favor, e faça-me entender. Entender que sou quem sou, entender que as pessoas são como são, e entender que tudo é como deve ser… Sempre!

Lutar por um sonho? Dezembro 28, 2008

Posted by kuada in Filosofando.
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 E então… O que é lutar por um sonho? É segui-lo até o fim, não deixando nada te impedir? É seguir firme e forte, mesmo que a sua razão de sonhar não pareça mais tão certa? É olhar para o amanhã, na eterna esperança de que ele irá se realizar? Afinal… O que é lutar por um sonho?

 Não entendo nada da vida… Não entendo nada… Não sei quando devo continuar, ou quando devo parar. Não sei se é certo insistir, ou se é pura perda de tempo. Não sei como saber o que é certo e o que é errado… Não sei nem viver no meio-termo. Ou é um, ou é outro. Se não for assim, não serei eu mesmo. Mas afinal, quem sou eu mesmo?

 Meu código de conduta vai por água a baixo. Minha razão é pisoteada. Minha vida vira do avesso. E, entretanto, eu não percebo. Sou mesmo tão burro assim? Tenho até medo de ouvir a resposta.

 Às vezes faço de um jeito diferente. Não dá certo. Outras vezes tento me empenhar mais. O resultado é o mesmo, se não pior. Em algumas ocasiões faço do jeito que sei que funciona. E percebo que funcionava, e não funciona mais. Se as pessoas não são tão diferentes, por que nunca dá certo? E se elas são muito diferentes, por que será que ainda tenho esperança? Agora mesmo… Será que estou sendo infantil? Revoltado? Ridículo? Ou será que finalmente estou indo pelo caminho certo…

 Não dá para entender nada. O mundo parece mesmo ser muito injusto. No final tudo dá certo, sim, mas para quê passar por tudo isso? Será que não dá para pegar um pouco mais leve? Dizem que eu gosto mesmo é de coisas difícies… São todos doidos! E gostar de coisa difícil para quê? Para sofrer? Para me iludir? Para me magoar? Eu não sou masoquista, só para constar… Alias, não sei mais o que eu sou! Não tenho mais a menor idéia! Não sei se sou cego, se sou burro, ou se sou um cara realmente azarado! Em todo caso… Não acho que haja muita esperança. Mas não sou de desistir… Amanhã, se duvidar, já vou estar bem, e, só para variar, tentando buscar novamente aquilo que perdi novamente. Afinal, ainda não sou forte para manter isso sozinho… Não sou tão determinado assim, para viver desse jeito só por mim. Não sou tão bom, para viver somente nesse tom. Afinal, ainda sou fraco, rude, descontente e um tanto quanto ingrato…

 Viver e lutar… Onde vou achar um sonho, que me possa contentar, que eu possa realizar? Onde, como e quando…

Under the moon… Dezembro 1, 2008

Posted by kuada in Filosofando.
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 Óhh coração! Senhor do nobre fogo da paixão! Um dia irás de me dizer? Por onde há o amor de se esconder? Em qual ardor, em qual calor? Em um sorriso de amor, em um olhar de dor? Por onde há de se esconder, como há de sobreviver…

 Óhh alma! Donzela da mais bela calma! Um dia irás de me dizer? Como pode a gentileza florescer? Com qual sentido, em qual vestido? Há de ser doce e exigente, há de ser dura e consciente? Ainda há de florescer, e meu caminho percorrer…

 Óhh tato! Artista de todo sentimento abstrato! Um dia irás de me dizer? O que se revelas suficiente para conviver? Qual necessária intenção, qual necessária devoção? Deves ser paralela, ou há de ser oposta? Sentimentos a envolver, uma mistura a se conhecer…

Quando o tempo passa… Novembro 14, 2008

Posted by kuada in Filosofando.
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 … muita coisa muda.  Sonhos se tornam realidade. Amigos vem e vão. Relacionamentos terminam, outros começam. A família sofre profundas modificações. A mente, o corpo, a alma, tudo se transforma. E a vida, ainda assim, continua a mesma.

 Hoje eu parei para pensar sobre o amanhã. Não faço isso com frequência. Na verdade não faço isso quase nunca. Mas hoje eu parei para pensar. Uma grande amiga minha (Ganbate Akemi-chan! Let´s save the world, little by little!) me fez pensar sobre isso. Sobre como todos temos dúvidas, por mais raro que seja, sobre o futuro. Que todos temos receios, que todos temos esperanças. E que todos tentam viver sempre do melhor jeito possível. E hoje, eu pensei sobre o meu.

 Olhar para o horizonte e não enxergar o que vai acontecer é meio assustador. Você faz planos, tem sonhos, planeja esquemas de vida, mas no fundo tem quase certeza que só 10% daquilo vai ser como você quer. E isso já é mais do que o suficiente. Afinal, é muito mais gostoso viver algo sem saber o que vai acontecer! Gostoso e assustador!

 Pensando sobre mudanças, eu reparei em como vou mudando meu jeito de pensar. De sentir. De viver! Estou tentando ir sempre para um patamar melhor, mas não é tão simples assim. Viver é o maior dos desafios, sem dúvida. Uma missão com várias “side quests”.

 Hoje fiquei pensando no que quero fazer de agora em diante. De como vou levar meus relacionamentos (ou se quero arranjar um), de como vai ser no trabalho (se quero ficar para sempre nele, evoluindo, é claro), de como serão meus hobbies (e como um deles vai ser no futuro), de como eu vou ser e como vou viver. É divertido pensar sobre isso. Meio irreal, mas muito divertido!

 No fim, acho que o mais importante é continuar seguindo. Continuar tentando! E, quem sabe um dia, mais de 10% se torne realidade…

Passado… Setembro 22, 2008

Posted by kuada in Filosofando.
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 21 de Setembro de 2008, 21:00 – Meu quarto

 Às vezes, um único momento é suficiente para mudar sua vida. Para destruí-la, ou para salvá-la. Seja lá para qual dos caminhos leve esse momento, o importante é que ele se torna inesquecível. Ou, ao menos, memorável. Um momento acompanhado de uma sensação angustiante, de uma alegria incessante, de uma desconfortável satisfação de saber que agora, nada mais será como foi.

 Lágrimas podem vir aos seus olhos. Um aperto sufocante pode vir ao seu peito. Um sorriso brilhante pode surgir em seus lábios, um afago, ou um flagelo. E você sabe que tudo o que foi, há muito tempo atrás, era bom. Que o que estava acontecendo não era tão bom assim. E que o que virá, ninguém faz a menor idéia. Sacrifícios viram moeda de troca. Muitos não valem a pena. Poucos trazem equivalência. Os que trazem lucro são chamados de acidente. E nenhum te deixará realmente feliz.

 A saudade mata. E aquela época que era boa, a de muito tempo atrás, vira um reflexo mal-feito no poço da consciência. Transforma-se em arquivo morto em sua mente, deixa-se corroer para as profundezas da inexistência. Tudo para o seu próprio bem. Pois cabe somente a você transformar lembranças em lembranças, em laços com o passado, em força perto do fim. Mas é da sua natureza transformá-las em fantasmas insistentes, em um peso e uma corrente, em um paraíso sem retorno. Queira sim ou queira não, sua vida foi marcada. Almas em encruzilhadas. Um caderno com tinta borrada. Alguns sinais de uma antiga jornada. E então o tempo passa…

 Você se olha e não se vê. Afinal, quem é você? Uma mancha do que já foi limpo? Ou só o destino seguindo? E as respostas não vêm. Você as procura e não as acha. Você chora e nada mais tem graça. E o tempo volta a correr. Então, em um dia qualquer, você observa. Um movimento incerto, algo que não espera. E entende que dentro tudo ainda vive. Que você ainda é você, mesmo que no limite. E que no fundo do seu coração, ainda bate aquela sensação. Nada vai ser como foi. Não vai ser, porque nunca deixou de ser. Foi só você, que aos olhos dos outros, deixou de ver…

Sobre: Amor & “Maturidade” Setembro 3, 2008

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 Amor! A palavra mais linda do Universo (só ficando depois de vida), mas também, paradoxalmente, uma das mais odiadas.

 Na verdade é até bem estranho. Todo mundo sabe que o amor é o melhor dos sentimentos, mas parece que todos fazem questão de culpá-lo pelas coisas. A gente chora… culpa do amor. A gente sofre… culpa do amor. A gente se ilude… culpa do amor. A gente se decepciona… culpa do amor. A gente sente ciúmes… culpa do amor. A gente mata… culpa do amor. Engraçado como a gente precisa culpar algo pelas coisas que acontecem, e como a culpa vai acabar parando bem no amor.

 Parte dessa culpa que o amor sempre recebe, creio eu, é devido ao seu potencial incrível de não se alterar. Enquanto nós crescemos e começamos a ficar cheios de “responsabilidade” e com mais tarefas do que podemos suportar, o amor continua sendo aquele sentimento puro e doce, igual ao que era quando eramos crianças. E esse é o motivo das pessoas não mais se apaixonarem. Elas não tem mais “tempo” para isso, ou não tem mais predisposição para ficar convivendo com um sentimento como esse. Em outros termos, elas perdem de vista a única coisa realmente importante nesse mundo. Viver com amor.

 Quem já se apaixonou quando era criança (ou seja, todo mundo), sabe como é. É só olhar. Só conhecer um pouco mais. E ela, ou ele, não sai mais de sua cabeça. Seus olhos se encontram, sem querer, e você sorri. Você passa as horas longe sem conseguir se conter, louco para poder ver de novo. Você fica horas pendurado no telefone sem nem se dar conta disso. Escreve cartas. Redige poemas. E o melhor presente de todos é um sorriso. Um abraço. Um beijo. Um “oi!”. Você acorda e grita “Que vida maravilhosa!” sem se preocupar se é segunda ou sexta-feira. Vive cada minuto como se o fim dele fosse o fim do mundo. E então o tempo passa. E você “amadurece”. Surgem coisas para fazer, responsabilidades a assumir, obrigações a realizar. E o amor é deixado de lado. E quando isso acontece, você passa a procurar pessoas com outros olhos. “Será que ela/e faz isso ou faz aquilo?”, “O que será que tem?”, “Nossa, olha que corpo mais chamativo…” e por ai vai… E quando nos envolvemos e tudo dá errado, quem é o primeiro a levar a culpa? O doce amor!

 É triste pensar em como a sociedade nos altera. Em como ela nos afeta e como influência diretamente na nossa vida. Geralmente para pior, é claro. E quando o assunto é amor então… Chega a ser deplorável…

 Queria poder voltar a infância, só para sentir, sem nenhum obstáculo, aquele amor puro e sincero, livre de maiores empecilhos. Já que conseguir senti-lo novamente, atualmente, é algo que sinto ser pouco provável…